BOLINHA DE FELTRO

Blog dedicado ao futebol de mesa do Centro-Oeste

13.12.08

ENTREVISTA DO MÊS DE DEZEMBRO: LUCIANO SAMPAIO (1ª parte)

O entrevistado do mês de dezembro é o campeão da Taça Brasília de 2008 e que está atravessando excelente fase. Conheçam um pouco mais de Luciano Sampaio.

01. Faça uma breve apresentação a seu respeito. Onde e quando nasceu? Onde e quando iniciou no futebol de mesa? Como aconteceu seu início na modalidade de três toques? Quais os tipos de regra que você já praticou? Qual a maior satisfação que o futebol de mesa lhe proporcionou?
Nasci em 26/10/1978 em Brasília e sempre morei aqui. Comecei a ter contato com o futebol de mesa desde criança, incentivado por meu pai Álvaro Sampaio que já praticava o esporte há alguns anos. Sempre que possível o acompanhava nos eventos da modalidade, por isso meu contato quase sempre foi com a regra dos três toques, a não ser quando jogava com amigos da minha quadra na “regra” do leva-leva. Minha maior satisfação foi ter tido a oportunidade de crescer e estar sempre envolvido com pessoas maravilhosas (em sua grande maioria de excelente caráter) em meio a uma prática que eu adoro desde criança que é o futebol de mesa.

02. O que o levou a optar pelo futebol de mesa como modalidade esportiva, em detrimento de outro esporte?
Além do ambiente extremamente saudável que cerca a atividade, me agrada muito a busca contínua pela proximidade com o futebol de campo.

03. O que representa o futebol de mesa para você? Quanto tempo de sua semana você dedica à prática do futebol de mesa? Sua família apóia você?
O futebol de mesa tem sido meu principal “hobby”, e desde que retornei a jogar no início do ano, pois passei um período afastado, pratico as terças e sábados. Quanto ao apoio da família, desde criança isso nunca faltou, principalmente por meu pai ter me incentivado a jogar.

04. Qual o nome de seu time e o que o levou a esta escolha?
Como não tive a criatividade dos antigos praticantes do futebol de mesa que criaram escuderias utilizando nomes de músicos, estrelas, bebidas, mafiosos, etc optei por escolher um nome que fazia referência ao meu time do coração, SAMPA.

05. Quais os botonistas que, ao longo de sua carreira, mais o incentivaram?
Eu sempre recebi o incentivo de muitos, porém, além do meu pai, que me apresentou ao esporte e sempre que pôde me envolvia com a prática do futebol de mesa, os botonistas que mais me incentivaram, especialmente no começo, foram Sérgio Motta, principalmente por ter iniciado junto com seu filho Marcelo, e José Carlos Libório, que sempre teve a paciência de me ensinar alguma jogada nova ou algum detalhe da regra. E ainda nos últimos anos, José Ricardo, Antônio Carlos, etc.

06. Quais mais o influenciaram e impressionaram?
Dentre vários botonistas que me influenciaram e impressionaram, eu citaria especialmente Álvaro Sampaio, Sérgio Motta, Libório, José Ricardo, Antônio Carlos, Jan Buarque, Walter Morgado e Paulo César. Eu destacaria ainda uma pessoa de fora de Brasília: Sérgio Burnier.

07. Quais mais o decepcionaram?
Plagiando o Sergio Motta: “Felizmente, poucos, de quem não vale a pena tecer comentários”.

08. Em sua opinião, qual o tipo de time ideal, bainha, altura, diâmetro etc.?
Não acredito que exista um time ideal. Penso que cada botonista deve utilizar um time que se adeque melhor a seu estilo de jogo. No meu caso, prefiro um time não muito leve e não muito pesado, com bainha única (inclinada) e de 6 cm de diâmetro, e ainda com todos os botões iguais.

09. O futebol de mesa não se resume apenas aos títulos e troféus conquistados. Quais foram as suas maiores alegrias na carreira? E as maiores tristezas ou decepções?
Estar envolvido com a prática do futebol de mesa já é uma alegria constante. Já minha maior tristeza foi ter visto meu pai deixar de praticar o esporte, que tanto gosta, por questões de saúde.

10. Qual a sua partida que você chamaria de inesquecível?
Eu citaria duas e que ocorreram recentemente, uma por ter colaborado com minha equipe a vencer o título da Copa Centro-Oeste este ano, 3 x 2 de virada sobre o Zé Luís, de Rio Preto. A outra foi a vitória por 3 x 1 sobre o Antônio Carlos no triangular final da Taça Brasília. Joguei muito bem e, na minha opinião, dominei o jogo do início ao fim, o que foi impressionante, pois, além de ser uma final, o adversário é um dos melhores botonistas do Brasil.

11. Qual a sua pior partida, aquela que você não gostaria de lembrar?
Essa partida não foi a pior em termos de resultado, até porque venci a partida, mas pelo contexto que a cercou, uma vitória sobre o Pires, do Rio, no Campeonato Brasileiro Interclubes realizado em Paty do Alferes. Não bastasse a dificuldade da partida, o campo estava cheio de areia e ventava muito, parecia que estávamos jogando na regra Baiana com um toque para cada lado, pois a bola não parava no campo. Nesse dia até o Pires reclamou da situação do campo.

12. Descreva um fato pitoresco presenciado por você acontecido no futebol de mesa, dentro ou fora da mesa.
Acredito que fatos pitorescos ocorrem quase sempre que nos reunimos, principalmente quando se envolvem Roberto Pessoa, Paulo César, Luiz Cláudio etc. Mas houve um bem interessante. Em um Campeonato Brasileiro realizado em Belo Horizonte, ao final do primeiro dia de jogos, um grupo resolveu “brincar” com uma bola de futebol de salão. Em um determinado momento a bola bateu no rosto do Jan que teve uma lente de seus óculos quebrada. No dia seguinte ele apareceu para jogar com uma palheta grudada no lugar da lente quebrada (e por incrível que pareça continuou jogando muito bem).

13. Existe uma conscientização generalizada em favor do “fair-play” nas competições esportivas. O que tira você do sério numa competição de futebol de mesa?
Quando as pessoas, mesmo com juízes, não acusam faltas, ou querem tirar alguma vantagem em lances duvidosos.

criado por josericardo.almeida    1:53 — Arquivado em: Sem categoria

ENTREVISTA DO MÊS DE DEZEMBRO: LUCIANO SAMPAIO (2ª parte)


14. Qual o clube de futebol de mesa mais organizado em que você já jogou?

Sempre estive envolvido de alguma forma com a AABB, organizada ou não, pois quando comecei a jogar era muito novo para perceber alguma diferença entre os poucos clubes que conheci (Academia, Cota Mil e Asbac)

 

15. Qual a competição mais organizada de que você tomou parte?

Nunca tive muitas experiências fora de Brasília, e as que tive, sendo a última há alguns anos, não foram muito boas. Além disso, mesmo havendo alguns problemas, acredito que os torneios em Brasília têm evoluído muito em termos de organização.


16. Quais são as maiores qualidades e os defeitos da regra de três toques?

As maiores qualidades para mim são: A dinâmica do jogo e a habilidade técnica que ele exige. Já o maior defeito é a incoerência na interpretação da regra entre as localidades onde o Futebol de Mesa é praticado.


17. Que sugestões você daria para a nossa regra ficar ainda melhor?

Revisar a regra, pois acredito que existem situações de jogo que são omissas nela, e uma reformulação na forma como ela está escrita, a fim de evitar duplas interpretações.


18. Em sua opinião, qual o maior problema enfrentado pela CBFM 3 toques no momento?

A dificuldade em revisar e modificar a regra. Mesmo quando envolvem mudanças aparentemente simples e óbvias, alguns botonistas que se propõe discutir esse assunto parecem evitar ao máximo qualquer tipo de mudança (aparentemente com medo que as mudanças possam vir a prejudicar seu próprio jogo).  


19. Que sugestões você daria para que o nosso movimento torne-se mais atrativo buscando novos adeptos?

Uma maior divulgação do movimento e a elaboração de torneios abertos podem auxiliar a trazer novos adeptos, porém, ainda sim, seria necessária uma simplificação inicial da nossa regra para os novos praticantes.

Acredito ainda que uma sede própria seria muito importante, porém isso exige um elevado investimento, comprometimento e organização, algo que ainda nos falta (essa opção já foi uma realidade, por pouco tempo, com a Academia).


20. Como você vê o atual momento do futebol de mesa brasiliense? Quais suas sugestões e expectativas em relação ao movimento no DF?

Mesmo com a falta de “novos” adeptos, acredito que o futebol de mesa em Brasília vem passando por uma boa fase. A organização tem melhorado a cada ano, bem como a qualidade dos botonistas locais que estão adquirindo um nível técnico cada vez mais alto. Espero que o nível técnico continue em ascendência e que nos tornemos campeões nacionais, seja individual ou por equipe.  


21. Atualmente você ocupa cargo de direção em algum clube, associação, federação ou confederação?

Não.


22. Quais são seus projetos para o futuro no nosso movimento?

Evoluir ainda mais meu jogo e tentar conquistar um título nacional, seja por equipe ou individual, e se possível, me envolver mais na organização da confederação.


23. É comum em nossas conversas surgirem listas dos dez mais, o “TOP TEN”. Em sua opinião:

- Quais os dez melhores técnicos da nossa regra?

Não gosto de criar listas como essa, mas… destacaria independente da ordem: Antonio Carlos, José Ricardo, Eduardo Almeida, Tarcisio Dinoá, Paulo Cesar, Paulo Caruso, Jan Buarque, Vander (MG), Lorival (MG), Bruno (RJ).   

 

- Quais os melhores dirigentes do futebol de mesa com que você já trabalhou?

Nunca tive contato com muitos dirigentes, mas os melhores com quem já tive contato foram José Ricardo e Sérgio Motta.

 

- Quais os melhores botonistas com quem já teve oportunidade de atuar em equipe?

Também nunca tive muitas oportunidades por atuar em equipe, mas destacaria: Marquinhos, Marcelo Silva, Alcides e Marcelo Ferreira.

 

- Quais os dez melhores árbitros do futebol de mesa?

Não conseguiria destacar dez, mas seguem aqueles que acredito serem os melhores: Antonio Carlos, José Ricardo, Sergio Motta, Benjamim (MG). 


24. Um sonho que você ainda não realizou no futebol de mesa?

Um sonho não será possível realizar, conquistar um título por equipes jogando com meu pai. Porém, ainda sonho em conquistar um título nacional, por equipes ou individual.


25. Finalizando, deixe o seu recado ou impressões sobre o tema que preferir.

Os resultados apresentados durante os campeonatos disputados por Brasília mostraram que a qualidade não nos falta, mas sim a motivação (se conseguirmos unir a experiência dos mais antigos com a motivação dos mais novos teremos grandes chances de conseguirmos nossos objetivos).

criado por josericardo.almeida    0:30 — Arquivado em: Sem categoria

12.12.08

ENTREVISTA DE DEZEMBRO: LUCIANO SAMPAIO (1ª parte)

O entrevistado do mês de dezembro é o campeão da Taça Brasília de 2008 e que está atravessando excelente fase. Conheçam um pouco mais de Luciano Sampaio.

01. Faça uma breve apresentação a seu respeito. Onde e quando nasceu? Onde e quando iniciou no futebol de mesa? Como aconteceu seu início na modalidade de três toques? Quais os tipos de regra que você já praticou? Qual a maior satisfação que o futebol de mesa lhe proporcionou?
Nasci em 26/10/1978 em Brasília e sempre morei aqui. Comecei a ter contato com o futebol de mesa desde criança, incentivado por meu pai Álvaro Sampaio que já praticava o esporte há alguns anos. Sempre que possível o acompanhava nos eventos da modalidade, por isso meu contato quase sempre foi com a regra dos três toques, a não ser quando jogava com amigos da minha quadra na “regra” do leva-leva. Minha maior satisfação foi ter tido a oportunidade de crescer e estar sempre envolvido com pessoas maravilhosas (em sua grande maioria de excelente caráter) em meio a uma prática que eu adoro desde criança que é o futebol de mesa.

02. O que o levou a optar pelo futebol de mesa como modalidade esportiva, em detrimento de outro esporte?
Além do ambiente extremamente saudável que cerca a atividade, me agrada muito a busca contínua pela proximidade com o futebol de campo.

03. O que representa o futebol de mesa para você? Quanto tempo de sua semana você dedica à prática do futebol de mesa? Sua família apóia você?
O futebol de mesa tem sido meu principal “hobby”, e desde que retornei a jogar no início do ano, pois passei um período afastado, pratico as terças e sábados. Quanto ao apoio da família, desde criança isso nunca faltou, principalmente por meu pai ter me incentivado a jogar.

04. Qual o nome de seu time e o que o levou a esta escolha?
Como não tive a criatividade dos antigos praticantes do futebol de mesa que criaram escuderias utilizando nomes de músicos, estrelas, bebidas, mafiosos, etc optei por escolher um nome que fazia referência ao meu time do coração, SAMPA.

05. Quais os botonistas que, ao longo de sua carreira, mais o incentivaram?
Eu sempre recebi o incentivo de muitos, porém, além do meu pai, que me apresentou ao esporte e sempre que pôde me envolvia com a prática do futebol de mesa, os botonistas que mais me incentivaram, especialmente no começo, foram Sérgio Motta, principalmente por ter iniciado junto com seu filho Marcelo, e José Carlos Libório, que sempre teve a paciência de me ensinar alguma jogada nova ou algum detalhe da regra. E ainda nos últimos anos, José Ricardo, Antônio Carlos, etc.

06. Quais mais o influenciaram e impressionaram?
Dentre vários botonistas que me influenciaram e impressionaram, eu citaria especialmente Álvaro Sampaio, Sérgio Motta, Libório, José Ricardo, Antônio Carlos, Jan Buarque, Walter Morgado e Paulo César. Eu destacaria ainda uma pessoa de fora de Brasília: Sérgio Burnier.

07. Quais mais o decepcionaram?
Plagiando o Sergio Motta: “Felizmente, poucos, de quem não vale a pena tecer comentários”.

08. Em sua opinião, qual o tipo de time ideal, bainha, altura, diâmetro etc.?
Não acredito que exista um time ideal. Penso que cada botonista deve utilizar um time que se adeque melhor a seu estilo de jogo. No meu caso, prefiro um time não muito leve e não muito pesado, com bainha única (inclinada) e de 6 cm de diâmetro, e ainda com todos os botões iguais.

09. O futebol de mesa não se resume apenas aos títulos e troféus conquistados. Quais foram as suas maiores alegrias na carreira? E as maiores tristezas ou decepções?
Estar envolvido com a prática do futebol de mesa já é uma alegria constante. Já minha maior tristeza foi ter visto meu pai deixar de praticar o esporte, que tanto gosta, por questões de saúde.

10. Qual a sua partida que você chamaria de inesquecível?
Eu citaria duas e que ocorreram recentemente, uma por ter colaborado com minha equipe a vencer o título da Copa Centro-Oeste este ano, 3 x 2 de virada sobre o Zé Luís, de Rio Preto. A outra foi a vitória por 3 x 1 sobre o Antônio Carlos no triangular final da Taça Brasília. Joguei muito bem e, na minha opinião, dominei o jogo do início ao fim, o que foi impressionante, pois, além de ser uma final, o adversário é um dos melhores botonistas do Brasil.

11. Qual a sua pior partida, aquela que você não gostaria de lembrar?
Essa partida não foi a pior em termos de resultado, até porque venci a partida, mas pelo contexto que a cercou, uma vitória sobre o Pires, do Rio, no Campeonato Brasileiro Interclubes realizado em Paty do Alferes. Não bastasse a dificuldade da partida, o campo estava cheio de areia e ventava muito, parecia que estávamos jogando na regra Baiana com um toque para cada lado, pois a bola não parava no campo. Nesse dia até o Pires reclamou da situação do campo.

12. Descreva um fato pitoresco presenciado por você acontecido no futebol de mesa, dentro ou fora da mesa.
Acredito que fatos pitorescos ocorrem quase sempre que nos reunimos, principalmente quando se envolvem Roberto Pessoa, Paulo César, Luiz Cláudio etc. Mas houve um bem interessante. Em um Campeonato Brasileiro realizado em Belo Horizonte, ao final do primeiro dia de jogos, um grupo resolveu “brincar” com uma bola de futebol de salão. Em um determinado momento a bola bateu no rosto do Jan que teve uma lente de seus óculos quebrada. No dia seguinte ele apareceu para jogar com uma palheta grudada no lugar da lente quebrada (e por incrível que pareça continuou jogando muito bem).

13. Existe uma conscientização generalizada em favor do "fair-play" nas competições esportivas. O que tira você do sério numa competição de futebol de mesa?
Quando as pessoas, mesmo com juízes, não acusam faltas, ou querem tirar alguma vantagem em lances duvidosos.

criado por josericardo.almeida    8:24 — Arquivado em: Sem categoria

ENTREVISTA DE DEZEMBRO: LUCIANO SAMPAIO (2ª parte)

14. Qual o clube de futebol de mesa mais organizado em que você já jogou?
Sempre estive envolvido de alguma forma com a AABB, organizada ou não, pois quando comecei a jogar era muito novo para perceber alguma diferença entre os poucos clubes que conheci (Academia, Cota Mil e Asbac)

15. Qual a competição mais organizada de que você tomou parte?
Nunca tive muitas experiências fora de Brasília, e as que tive, sendo a última há alguns anos, não foram muito boas. Além disso, mesmo havendo alguns problemas, acredito que os torneios em Brasília têm evoluído muito em termos de organização.

16. Quais são as maiores qualidades e os defeitos da regra de três toques?
As maiores qualidades para mim são: A dinâmica do jogo e a habilidade técnica que ele exige. Já o maior defeito é a incoerência na interpretação da regra entre as localidades onde o Futebol de Mesa é praticado.

17. Que sugestões você daria para a nossa regra ficar ainda melhor?
Revisar a regra, pois acredito que existem situações de jogo que são omissas nela, e uma reformulação na forma como ela está escrita, a fim de evitar duplas interpretações.

18. Em sua opinião, qual o maior problema enfrentado pela CBFM 3 toques no momento?
A dificuldade em revisar e modificar a regra. Mesmo quando envolvem mudanças aparentemente simples e óbvias, alguns botonistas que se propõe discutir esse assunto parecem evitar ao máximo qualquer tipo de mudança (aparentemente com medo que as mudanças possam vir a prejudicar seu próprio jogo).

19. Que sugestões você daria para que o nosso movimento torne-se mais atrativo buscando novos adeptos?
Uma maior divulgação do movimento e a elaboração de torneios abertos podem auxiliar a trazer novos adeptos, porém, ainda sim, seria necessária uma simplificação inicial da nossa regra para os novos praticantes.
Acredito ainda que uma sede própria seria muito importante, porém isso exige um elevado investimento, comprometimento e organização, algo que ainda nos falta (essa opção já foi uma realidade, por pouco tempo, com a Academia).

20. Como você vê o atual momento do futebol de mesa brasiliense? Quais suas sugestões e expectativas em relação ao movimento no DF?
Mesmo com a falta de “novos” adeptos, acredito que o futebol de mesa em Brasília vem passando por uma boa fase. A organização tem melhorado a cada ano, bem como a qualidade dos botonistas locais que estão adquirindo um nível técnico cada vez mais alto. Espero que o nível técnico continue em ascendência e que nos tornemos campeões nacionais, seja individual ou por equipe.

21. Atualmente você ocupa cargo de direção em algum clube, associação, federação ou confederação?
Não.

22. Quais são seus projetos para o futuro no nosso movimento?
Evoluir ainda mais meu jogo e tentar conquistar um título nacional, seja por equipe ou individual, e se possível, me envolver mais na organização da confederação.

23. É comum em nossas conversas surgirem listas dos dez mais, o "TOP TEN". Em sua opinião:

- Quais os dez melhores técnicos da nossa regra?
Não gosto de criar listas como essa, mas… destacaria independente da ordem: Antonio Carlos, José Ricardo, Eduardo Almeida, Tarcisio Dinoá, Paulo Cesar, Paulo Caruso, Jan Buarque, Vander (MG), Lorival (MG), Bruno (RJ).

- Quais os melhores dirigentes do futebol de mesa com que você já trabalhou?
Nunca tive contato com muitos dirigentes, mas os melhores com quem já tive contato foram José Ricardo e Sérgio Motta.

- Quais os melhores botonistas com quem já teve oportunidade de atuar em equipe?
Também nunca tive muitas oportunidades por atuar em equipe, mas destacaria: Marquinhos, Marcelo Silva, Alcides e Marcelo Ferreira.

- Quais os dez melhores árbitros do futebol de mesa?
Não conseguiria destacar dez, mas seguem aqueles que acredito serem os melhores: Antonio Carlos, José Ricardo, Sergio Motta, Benjamim (MG).

24. Um sonho que você ainda não realizou no futebol de mesa?
Um sonho não será possível realizar, conquistar um título por equipes jogando com meu pai. Porém, ainda sonho em conquistar um título nacional, por equipes ou individual.

25. Finalizando, deixe o seu recado ou impressões sobre o tema que preferir.
Os resultados apresentados durante os campeonatos disputados por Brasília mostraram que a qualidade não nos falta, mas sim a motivação (se conseguirmos unir a experiência dos mais antigos com a motivação dos mais novos teremos grandes chances de conseguirmos nossos objetivos).

criado por josericardo.almeida    8:23 — Arquivado em: Sem categoria

11.12.08

JOSÉ RICARDO ALMEIDA VENCE RANKING 2008

Pela terceira vez nos últimos quatro anos, o técnico José Ricardo Almeida terminou a temporada como primeiro lugar do Ranking da Federação Brasiliense de Futebol de Mesa. Eis a classificação final do ranking de 2008:

CF - TÉCNICOS - TOTAL DE PONTOS
1º - JOSÉ RICARDO ALMEIDA - 350
2º - ANTÔNIO CARLOS ALMEIDA - 304
3º - EDUARDO ALMEIDA - 303
4º - PAULO CÉSAR FARIA - 266
5º - TARCÍZIO DINOÁ JUNIOR - 258
6º - RODRIGO CARUSO - 223
7º - JAN BUARQUE - 206
8º - ADOLPHO PARENTE - 203
9º - LUCIANO SAMPAIO - 203
10º - MARCOS MENDES - 191
11º - RICARDO MOTTA - 177
12º - MAURO MOURA - 142
13º - LUIZ CLÁUDIO CARUSO - 138
14º - SÉRGIO MOTTA - 138
15º - MARCELO SILVA - 127
16º - ROBERTO PESSOA - 113
17º - ALCIDES FIGUEIRA FILHO - 84
18º - MARCELO PORTO - 77
19º - PAULO CARUSO - 74
20º - RODRIGO GUIMARÃES - 64
21º - MARCELO FERREIRA - 62
22º - MARCELO MOTTA - 45
23º - PAULO ROBERTO HOLANDA - 33
24º - LUCAS PORTO - 32
25º - LEONARDO BRANDÃO - 28
26º - PEDRO THUIN - 22
27º - WILLIAM DIAS - 19
28º - INIMÁ VALENTE JUNIOR - 14
29º - MARCUS AMORIM - 13
30º - DONISETE MEDEIROS - 13
31º - ANTÔNIO CARLOS PIMENTEL - 12
32º - SÉRGIO RICARDO - 12
33º - MÁRCIO GOMES - 9
34º - JOSÉ PAULO - 5
35º - FELLIPE ALVES - 5
36º - ANDERSON SOUZA - 2
37º - PAULINHO CARUSO - 2
38º - WAWÁ MARTINS - 1.

criado por josericardo.almeida    19:51 — Arquivado em: Sem categoria

ESTRELA SOLITÁRIA CAMPEÃO DOS CAMPEÕES

 

Após a realização de 21 torneios oficiais em 2008 (15 Challengers, 3 Masters Series, 1 Taça Brasília, 1 Copa DF e 1 Federation Cup), nove técnicos habilitaram-se a disputar a sétima edição da Copa dos Campeões (torneio do qual só participam os vencedores de torneios oficiais no ano): Adolpho Parente, Antônio Carlos Almeida, Eduardo Almeida, Jan Buarque, José Ricardo Almeida, Luciano Sampaio, Marcos Mendes, Paulo César Faria e Tarcízio Dinoá Junior.
O torneio foi disputado em duas datas: 2 e 9 de dezembro.
No primeiro dia, os nove técnicos foram divididos em três grupos, dos quais apenas o primeiro colocado passaria para a fase final, realizada no dia 9.
Os grupos ficaram assim constituídos:
A – Adolpho Parente (Cavalo de Tróia), Antônio Carlos Almeida (Verdão) e Eduardo Almeida (Juventus);
B – Luciano Sampaio (Sampa), Marcos Mendes (Gladiadores) e Tarcízio Dinoá Junior (Centenário)
C – Jan Buarque (Corinthians), José Ricardo Almeida (Estrela Solitária) e Paulo César Faria (Amigos). Classificaram-se, respectivamente, Adolpho Parente, Luciano Sampaio e José Ricardo Almeida.
No triangular final, equilíbrio completo nos três jogos. Começou com o empate em 0 x 0 entre Adolpho e Luciano. No segundo jogo, novo empate, desta vez em 1 x 1, entre José Ricardo e Adolpho. No terceiro e último jogo, vitória de José Ricardo sobre Luciano, por 1 x 0, resultado que lhe deu o título de campeão. Adolpho ficou com a segunda colocação e Luciano com a terceira.

criado por josericardo.almeida    19:48 — Arquivado em: Sem categoria

TRITURADOR, O REI DOS MULAMBOS

Paralelamente a Copa dos Campeões (também nos dias 2 e 9 de dezembro), foi disputada a “Mulambo’s Champions Cup”, ou seja, com alguns dos vencedores dos torneios “Mulambo” durante o ano de 2008. Assim, estiveram presentes: Luiz Cláudio Caruso (Triturador), Marcelo Motta (Raça), Marcelo Silva (Titânico), Paulo Roberto Holanda (Leão do Norte), Ricardo Motta (Camisa 12) e Sérgio Motta (Mengole).
Após jogaram entre si, assim ficou a classificação final: 1º - Triturador, 11 pontos ganhos; 2º Titânico, 10; 3º - Mengole, 7; 4º Camisa 12, 5; 5º Raça, 5 e 6º Leão do Norte, 1.
Após os jogos, Luiz Cláudio Caruso foi coroado como “The King of Mulambo’s”, maior honraria entregue ao participante desse tipo de torneio.

criado por josericardo.almeida    19:22 — Arquivado em: Sem categoria

JINGLE BELL’S É DO TITÂNICO

Oito técnicos disputaram o Torneio “Jingle Bell’s” no dia 6 de dezembro de 2008. Na primeira fase, foram divididos em dois grupos:
A – Jan Buarque (Corinthians), Luiz Cláudio Caruso (Triturador), Marcelo Motta (Raça) e Rodrigo Caruso (Meninos da Vila);
B – Adolpho Parente (Cavalo de Tróia), Marcelo Silva (Titânico), Paulo César Faria (Amigos) e Sérgio Motta (Mengole).
Segundo constava do regulamento do torneio, os dois primeiros colocados passavam para a segunda fase (semifinais), de onde os vencedores disputariam a final.
No Grupo A, essa foi a classificação: 1º Raça, 6 pontos ganhos; 2º Triturador, 5; 3º Corinthians, 4 e 4º Meninos da Vila, 1.
Já o Grupo B teve essas colocações: 1º Amigos, 6; 2º Titânico, 4; 3º Cavalo de Tróia, 4 e 4º Mengole, 3.
As duas semifinais apresentaram os seguintes resultados: Titânico 2 x 1 Raça e Amigos 0 x 0 Triturador (resultado que classificou o Amigos para a final, por ter melhor campanha até o momento).
Na final, novo empate entre Titânico e Amigos (1 x 1), resultado que, desta vez, favoreceu o Titânico, que ficou com o título de campeão do Jingle Bell’s.

criado por josericardo.almeida    19:20 — Arquivado em: Sem categoria

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