BOLINHA DE FELTRO

Blog dedicado ao futebol de mesa do Centro-Oeste

28.8.08

ENTREVISTA DO MÊS DE AGOSTO: SÉRGIO MOTTA (1)

01. Faça uma breve apresentação a seu respeito. Onde e quando nasceu? Onde e quando iniciou no futebol de mesa? Como aconteceu seu início na modalidade de três toques? Quais os tipos de regra que você já praticou? Qual a maior satisfação que o futebol de mesa lhe proporcionou?

Nasci em 03.06.1948 na famosa “metrópole” de Castro – PR, mas fui para Juiz de Fora – MG antes de completados dois anos de vida. Sou, portanto, um “paraneiro”. Comecei a jogar botão (na época, era botão mesmo) por volta dos 13, 14 anos de idade, utilizando dadinho, num “leva-leva” limitado a 8 ou 10 toques, não me lembro. Meu primeiro contato com a modalidade “3 toques” aconteceu em 1981, atraído que fui por um anúncio no jornal da Asbac, onde existia um movimento para difundir a prática do “futmesa” em Brasília. Quanto a maior satisfação, foi ter gostado de jogar, tanto que, aos trancos e barrancos (mais trancos, infelizmente), estou em atividade até hoje.

02. O que o levou a optar pelo futebol de mesa como modalidade esportiva, em detrimento de outro esporte?

Primeiramente, o fato de ter gostado do jogo, eis que você transfere para as mesas/campos as emoções de uma partida de futebol, meu esporte favorito. Em segundo lugar, a total inaptidão para outros esportes. Tentativas foram feitas, mas, realmente, era uma lástima, com cenas dignas de uma vídeocassetada …

03. O que representa o futebol de mesa para você? Quanto tempo de sua semana você dedica à prática do futebol de mesa? Sua família apóia você?

É o meu “hobby”. Jogar, pesquisar escalações, bolar artes de times (só entro com a idéia, a confecção fica por conta de quem entende), controlar minhas estatísticas, elaborar tabelas, tudo isso me dá prazer. Atualmente, dedico as terças-feiras e os sábados para a prática do “futmesa” (antes, era muito mais “fominha”). Acredito que há apoio da família (tempos atrás, eles até “incentivavam”, para me ver fora de casa, onde eu ficava “azucrinando” a vida deles).

                                                                  CONCENTRAÇÃO DO MENGOLE

04. Qual o nome de seu time e o que o levou a esta escolha?

Inicialmente, era Mengol. Como, no início, marcava pouquíssimos gols, o que não mudou muito de lá pra cá, passou a ser Mengole, por motivos óbvios. A primeira escalação (mantida até hoje no time oficial) é de nomes de uísques, passando por cervejas, vodcas, coquetéis, etc.

05. Quais os botonistas que, ao longo de sua carreira, mais o incentivaram?

Foram vários, mas o que mais marcou foi Sérgio Netto, que me “ensinou a regra”, me induziu a fazer times, inclusive, deu a sugestão para o nome Mengol.

06. Quais mais o influenciaram e impressionaram?

Da mesma forma, vários, podendo citar Walter Morgado, José Ricardo Almeida, Antônio Carlos Almeida, Paulo Caruso, José Carlos Libório e, num papel mais destacado, pela quantidade de vezes em que nos defrontamos, um aprendendo com o outro, Álvaro Sampaio, parceiro de inúmeros campeonatos/ torneios pelo Brasil afora. Da turma mais afastada, geograficamente falando, o Vander e o Lourival, de BH, entre outros, impressionam pela precisão de suas jogadas.

07. Quais mais o decepcionaram?

Felizmente, poucos, de quem não vale a pena tecer comentários.

08. Em sua opinião, qual o tipo de time ideal, bainha, altura, diâmetro etc.?

Já utilizei botões de roupa (cera), tampas de relógios, casca de côco, botões produzidos por mim, utilizando plástico derretido, enfim, tudo o que se assemelhasse a um botão. Hoje, com a padronização que impera, uso “jogadores” (botão é coisa de maluco) de acrílico ou madrepérola, bainhas duplas, com a arte embutida (de preferência), com 5.9 cm de diâmetro e 3.8 mm de altura.

09. O futebol de mesa não se resume apenas aos títulos e troféus conquistados. Quais foram as suas maiores alegrias na carreira? E as maiores tristezas ou decepções?

Com referência a títulos, os dois de Campeão Brasileiro de Seniors, ambos disputados em Juiz de Fora – MG. A respeito de alegrias, as várias, inúmeras amizades conquistadas durante esses anos em que pratico o “futmesa”, além do fato de ter legado aos dois filhos o gosto pela prática deste esporte. Agora, só está faltando o neto aderir, mas tá difícil …

10. Qual a sua partida que você chamaria de inesquecível?

Existem algumas, como a final do primeiro título de Campeão Brasileiro de Seniors, contra o Benjamim Abaliac (afinal, foi o primeiro título de uma série de … poucos), mas de uma me lembro até hoje: na casa do Lourival Couto/Acadêmicos, no “Estádio de Marechal Hermes”, jogando contra o José Ricardo/Estrela Solitária … A partida terminou 5 x 4 para mim, que estreava um time novo (das cervejas), para espanto do Lourival. Foi uma das primeiras (e poucas) vezes em que consegui bater aquele adversário, com um golzinho no último chute!

11. Qual a sua pior partida, aquela que você não gostaria de lembrar?

Todas aquelas em que o idiota aqui apelou, quebrando botões (meus, não dos adversários), e fazendo outras coisas mais …

12. Descreva um fato pitoresco acontecido no futebol de mesa, dentro ou fora da mesa.

Difícil destacar um, mas, generalizando, quase todos os que envolvem o grande Roberto Pessôa (é com acento mesmo). Ainda temos que escrever um livreto com as suas “tiradas” … Sucesso garantido!

13. Existe uma conscientização generalizada em favor do "fair-play" nas competições esportivas. Apesar dos "quilômetros rodados", o que tira você do sério numa competição de futebol de mesa?

A “cara de pau” de alguns que, se você bobear, não acusam faltas e, quando questionados, se fazem de vítimas. Mesmo cientes das regras, fazem questão de não observá-las, achando que o adversário é trouxa.

14. Qual o clube de futebol de mesa mais organizado em que você já jogou?

Tempos atrás, tive uma passagem pelo Flama, que, em termos de organização, era bem legal. Atualmente, a AABB, onde estou há bastante tempo, está se revelando um clube organizado.

criado por josericardo.almeida    18:06 — Arquivado em: Sem categoria

ENTREVISTA DO MÊS DE AGOSTO: SÉRGIO MOTTA (2)

 

15. Qual a competição mais organizada de que você tomou parte?

Tirando alguns pequenos detalhes, as promovidas pela FBFM de uns 4, 5 anos para cá. Quanto aos Campeonatos mais antigos (faz tempo que não participo de um, exceto o realizado aqui em Brasília nesse ano), não existiam os recursos hoje existentes, portanto fica difícil comparar.

16. Quais são as maiores qualidades e os defeitos da regra de três toques?

A tecnicidade (quero ver uns e outros falando isso de uma só vez) exigida. Só joga quem tem muita habilidade, muita destreza. Outra qualidade: das regras que conheço, é, sem dúvida alguma, a que mais se assemelha ao futebol. Defeitos existem, mas perfeitamente sanáveis. É uma regra difícil de ser ensinada (como explicar o “quarto toque” se a base da regra é o “dois pra três”?)

17. A CBFM 3 toques reativou a Comissão de Regras. Na sua opinião, qual a importância dessa ação e quais as mudanças que você julga como fundamentais para a nossa regra?

A reativação da Comissão de Regras é importante na medida em que deverá sanar os defeitos ainda existentes, eliminando vários pontos obscuros, geradores de interpretações distintas. A uniformização das interpretações, assim como a eliminação das várias exceções ainda existentes, é fundamental para a consolidação da regra, acabando com aquela conversa tipo “em Minas eles marcam assim”, “em Brasília marcamos assado”, “no Rio o pessoal entende dessa forma”, etc … Para isso, no entanto, é necessário que, aprovadas as alterações, sejam elas adotadas por todos indistintamente, para não ocorrer o que houve no passado: uns poucos gatos pingados não concordaram com as mudanças e mantiveram a regra antiga.

18. Os botonistas mais novos não vivenciaram a época de ouro da Regra dos 3 toques. Fale-nos daquela saudosa época e diga-nos se vê alguma chance de voltarmos aos bons tempos.

Bons tempos … Não existiam a burocracia, a ânsia de vencer a qualquer custo, a rivalidade exacerbada que se vê hoje, quando os adversários, parece, vão para uma luta de vida ou morte … Na verdade, não vejo muita chance de uma volta àqueles tempos, quando o mais gostoso era jogar e, depois dos jogos, ir tomar umas e outras juntos, numa verdadeira confraternização, independentemente do clube/time que representaram horas antes.

19. Em sua opinião, qual o maior problema enfrentado pela CBFM 3 toques no momento?

A morosidade na renovação de adeptos. Se olharmos para os campeonatos nos últimos 2, 3 anos, os participantes são os mesmos de há 12, 15 anos atrás. O número de “dinossauros” está aumentando, enquanto que o dos novatos mal se altera.

20. Que sugestões você daria para que o nosso movimento volte a crescer?

Simplificação das regras, tornando-a mais fácil de ser ensinada, promoção de mais torneios abertos (há quanto tempo não se houve falar num Aberto que não seja da “regra do dadinho”?)

21. Como você vê o atual momento do futebol de mesa brasiliense? Quais suas sugestões e expectativas em relação ao movimento na região centro-oeste?

De uma forma geral, enfrenta os mesmos problemas com que se depara a CBFM. Com o surgimento do movimento em Goiânia (pessoal “tutto bona gente”), a tendência é melhorar, basta ver o sucesso das Copas Centro-Oeste.

22. Atualmente você ocupa cargo de direção em algum clube, associação, federação ou confederação? Se sim, quais os seus grandes desafios?

Oficialmente faço parte da Diretoria Técnica da Federação Brasiliense de Futebol de Mesa, junto com o José Ricardo e o Adolpho. Auxilio quando necessário (um autêntico “aspone”).

23. Quais são seus projetos para o futuro no nosso movimento?

Tendo em vista a idade (e ainda não me aposentei, pô!!!), me disponho a, tão-somente, continuar auxiliando no que for possível. Projeto de velho é levantar toda manhã, sentir se tem alguma dor nova e, a partir daí, ver o que pode ser feito …

24. Fale-nos um pouco do seu clube atual, a AABB. Quais os problemas que ele vem superando? Quais os projetos para ele?

Aos poucos, o “futmesa na AABB vem conseguindo se firmar em definitivo como mais um “departamento” (ou seria “secretaria”?) do Clube. Ainda estão faltando algumas coisas, mas com o tempo, e muito” papo” junto à sua Diretoria, estará chegando lá …

25. É comum em nossas conversas surgirem listas dos dez mais, o “TOP TEN".
Em sua opinião:
- Quais os dez melhores técnicos da nossa regra?

Se tem uma coisa chata em entrevistas, é essa dos tais “10”. Afinal, não estou respondendo para a revista “Caras” ou outra do gênero … Enfim, lá vai (sem que prevaleça a ordem em que foram citados): Tarcízio Dinoá, José Ricardo Almeida, Antonio Carlos Almeida, Eduardo Almeida, Marcelo Motta, Vander, Lourival, Paulo Caruso, Jan Buarque, Ricardo Motta (quando está a fim), além de outros (Paulo César, quando não fica trocando de time a toda hora) e Luiz Cláudio (esse eu citei apenas para receber um agradecimento por e-mail).

- Quais os dez melhores dirigentes do futebol de mesa com que você já trabalhou?

José Ricardo Almeida (vários anos, cacilda!), Sérgio Netto (não pela organização, mas pela criatividade, pelo entusiasmo, o atual Presidente Domingos, que raramente aparece, mas que foi um dos grandes responsáveis pela reviravolta na organização da FBFM … não dá pra chegar aos 10!

- Quais os dez melhores botonistas com quem já teve oportunidade de atuar em equipe?

Lá vêm os 10 de novo … Não me lembro de ter atuado com dez parceiros, mas Álvaro Sampaio, Paulo César, Álvaro e Fernando Azevedo (nos tempos do ALFA), José Ricardo Almeida, Lourival Couto, Antonio Carlos Almeida (raríssimas vezes, nos tempos do Cota Mil) …

- Quais os dez melhores árbitros do futebol de mesa?

Seria bem mais interessante citar os “piores”, mas … José Pires, Benjamim Abaliac, José Ricardo Almeida, Luiz Cláudio (ele mesmo!!!), Rodrigo Caruso, entre outros …

26. Um sonho que você ainda não realizou no futebol de mesa?

Um “título em família” … Já foi tentado, mas não deu certo. Outro: descobrir o “elixir da longevidade”, para poder jogar mais uns 5, 6 anos sem babar na mesa …

27. Finalizando, deixe o seu recado ou impressões sobre o tema que preferir.

Que os mais novos e os nem tão novos assim não deixem “a peteca cair”, que se interessem mais pela organização dos torneios/campeonatos, na montagem de tabelas, no gerenciamento do “futmesa”, compondo diretorias ou colaborando de uma outra forma, a fim de desonerar um pouco aqueles que, vire e mexe, estão sempre à frente do movimento. Também quero, um dia, chegar e simplesmente indagar: onde e contra quem eu jogo?

criado por josericardo.almeida    18:04 — Arquivado em: Sem categoria

26.8.08

AABB-3 É A GRANDE CAMPEÃ DA COPA CENTRO-OESTE

 

Os campeões, da esquerda para a direita:

Marcelo Silva, Alcides, Roberto Pessoa, Marcos, Luciano e Marcelo Ferreira.

 

Pelo quarto ano consecutivo a AABB-Brasília sediou a Copa Centro-Oeste Interclubes de Futebol de Mesa, disputada nos dias 23 e 24 de agosto de 2008, com a presença de sete equipes, a saber:
AABB-1 (de Brasília-DF): Antônio Carlos Almeida, Jan Buarque, José Ricardo Almeida, Paulo Caruso, Paulo César Faria e Sérgio Motta;
AABB-2 (de Brasília-DF): Adolpho Parente, Eduardo Almeida, Luiz Cláudio Caruso, Marcelo Motta, Paulo Roberto Holanda (Paulão) e Rodrigo Caruso (Digão);
AABB-3 (de Brasília-DF): Alcides Figueira Filho, Luciano Sampaio, Marcelo Ferreira, Marcelo Silva, Marcos Mendes e Roberto Pessoa;
Atlético Goianiense-1 (de Goiânia-GO): Fábio Mattos, Francisco José, Rodrigo Roriz e Thiago José;
Atlético Goianiense-2 (de Goiânia-GO): Alberto Chaer, Anselmo Barco, Carlos Eduardo Costa (Carlão), Filipe Ribeiro e Wagner de Sá;
Gamma (do Gama-DF): Anderson Alves, André Brandão, Fellipe Alves, Paulo Airton Junior e William Dias;
Liga Riopretense (de São José do Rio Preto-SP): Emerson Claudino, Fábio Luciano Tasso, José Luís Mendonça e Luiz Humberto Magrini (Beto).
Conforme estava previsto no regulamento do torneio, as sete equipes jogaram entre si, sob o sistema de rodízio simples. Ao final da última rodada, o clube que somasse o maior número de pontos ganhos seria declarado campeão. Caso dois ou mais clubes terminassem a competição com o mesmo número de pontos ganhos seria beneficiado com o título de campeão o clube que melhor atendesse aos critérios para desempate, computando-se os resultados obtidos em todo o campeonato.
E foi o critério “melhor saldo de gols interclubes” que definiu o torneio, a favor da AABB-3, que somou 16 pontos ganhos no torneio (mesma pontuação da AABB-2), com saldo de gols 13 contra 11.
Sem sombra de dúvida, essas duas equipes foram as melhores da competição, decidida em sua última rodada. Para não depender de ninguém, a AABB-3 precisava ganhar da Liga Riopretense por, pelo menos, 2 x 0. E foi o que aconteceu: em jogos bastante equilibrados, as vitórias individuais vieram através de Marcos (2 x 1 sobre Fábio) e de Luciano (3 x 2, de virada, sobre José Luís), enquanto aconteceram empates de 2 x 2 nos jogos Marcelo Silva x Beto e Marcelo Ferreira x Emerson. Nas outras quatro mesas, a AABB-2 venceu a AABB-1 por 3 x 1 mas não adiantou: a AABB-3 conquistava, de forma incontestável, o título de campeã da IV Copa Centro-Oeste.
A classificação final apontou: Campeã: AABB-3, 16 pontos ganhos, 14 gols a favor, 1 contra, saldo de 13; Vice-Campeã: AABB-2, 16 pontos ganhos, 14 gols a favor, 3 contra, saldo de 11; 3º lugar: Liga Riopretense, 10 pontos ganhos; 4º lugar: AABB-1, 9 pontos ganhos; 5º lugar: Gamma, 6 pontos ganhos; 6º lugar: Atlético Goianiense-1, 4 pontos ganhos e 7º lugar: Atlético Goianiense-2, sem ponto ganho.
Individualmente, a melhor campanha foi de Marcos Mendes, da AABB-3, que venceu os seis jogos que disputou. Com 100% de aproveitamento também tivemos Marcelo Motta (3 jogos) e Roberto Pessoa (1 jogo). Além desses, não perderam nenhum jogo Alcides, Marcelo Ferreira e Luciano, da AABB-3, Eduardo e Paulão, da AABB-2, Beto e Emerson, da Liga Riopretense, e Antônio Carlos e Sérgio Motta, da AABB-1.
Dirigentes das duas Federações, Brasiliense e Goiana, pretendem promover, no ano de 2009, além do torneio interclubes, uma competição individual, com pelo menos 24 técnicos.

criado por josericardo.almeida    9:13 — Arquivado em: Sem categoria

ÚLTIMO CHALLENGER DE 2008 É DA JUVENTUS

O 15º e último Challenger de 2008 teve a sua segunda fase realizada no último dia 19 de agosto e terminou com a vitória da Juventus, de Eduardo Almeida.
Os resultados ocorridos na primeira rodada do dia foram: Estrela Solitária 1 x 0 Raça, Santos 1 x 1 Titânico (vantagem do Titânico nos critérios de desempate), Juventus 4 x 1 Mengole e Verdão 2 x 0 Sampa.
Com isso, os jogos que apontariam os 4 primeiros colocados foram: Estrela Solitária 1 x 1 Titânico (vantagem do Estrela Solitária) e Juventus 3 x 0 Verdão; na disputa do 5º ao 8º lugar, Raça 0 x 0 Santos (vantagem do Raça) e Mengole 4 x 0 Sampa.
Na decisão, Juventus e Estrela Solitária empataram em 2 x 2 no tempo normal e 0 x 0 na prorrogação com “golden gol”, combinação que deu o título a Juventus, por ter melhor campanha em todo o torneio.
Na decisão do 3º lugar, novos empates de 2 x 2 e 0 x 0 entre Verdão e Titânico; da mesma forma que a Juventus, o Verdão foi favorecido com os empates.
O Raça precisou ausentar-se e não disputou o jogo contra o Mengole, válido pelo 5º lugar.
O Santos venceu o Sampa por 3 x 1 e ficou com a sétima colocação.
A próxima competição do calendário oficial da Federação Brasiliense de Futebol de Mesa é o 3º Masters Series, nos dias 26 de agosto e 2 de setembro próximos.
Estão classificados para a disputa do Masters Series:
Grupo A – Juventus (Eduardo Almeida), Titânico (Marcelo Silva), Verdão (Antônio Carlos Almeida), Sampa (Luciano Sampaio), Capibaribe (Mauro Moura) e Centenário (Tarcízio Dinoá Junior);
Grupo B – Estrela Solitária (José Ricardo Almeida), Corinthians (Jan Buarque), Amigos (Paulo César Faria), Meninos da Vila (Rodrigo Caruso), Mengole (Sérgio Motta) e Izalci (Marcelo Ferreira).
Os dois primeiros colocados de cada grupo classificam-se para a segunda fase, que prevê jogos do 1º colocado de um grupo contra o 2º do outro. Os vencedores decidem o torneio e os perdedores o 3º lugar.

criado por josericardo.almeida    9:09 — Arquivado em: Sem categoria

15.8.08

REALIZADA 1ª FASE DO ÚLTIMO CHALLENGER DE 2008

Na última terça-feira, 12 de agosto, 17 técnicos estiveram na AABB disputando a primeira fase do 15º e último Challenger de 2008.
Foram eles (com as respectivas classificações obtidas):
A – 1º Raça (Marcelo Motta), 2º Sampa (Luciano Sampaio), 3º Luiz Cláudio Caruso (Triturador) e 4º Amigos (Paulo César Faria); Sampa e Triturador empataram em todos os critérios e foi necessário um sorteio (melhor de três no dado) para se conhecer essa classificação;
B – 1º Juventus (Eduardo Almeida), 2º Titânico (Marcelo Silva), 3º Cavalo de Tróia (Adolpho Parente) e 4º Capibaribe (Mauro Moura);
C – 1º Estrela Solitária (José Ricardo Almeida), 2º Mengole (Sérgio Motta) e 3º Frigoscandia (William Dias); esse grupo acabou apontando o melhor entre os segundos colocados dos grupos C, D e E;
D – 1º Verdão (Antônio Carlos Almeida), 2º Meninos da Vila (Rodrigo Caruso) e 3º Roberto Pessoa (Napoli);
E – 1º Santos (Paulo Caruso), 2º Marcelo Ferreira (Izalci) e 3º Corinthians (Jan Buarque).
Os confrontos da primeira rodada da Segunda Fase, a ser realizada no próximo dia 19 de agosto, são esses:
RAÇA x ESTRELA SOLITÁRIA
SANTOS x TITÂNICO
JUVENTUS x MENGOLE
VERDÃO x SAMPA
Esses resultados (e mais a realização do Mulambo) apontarão os 12 classificados para o 3º Masters Series, bem como estarão sendo definidos os 12 integrantes da Primeira Divisão da Taça Brasília de Futebol de Mesa, edição 2008.

criado por josericardo.almeida    11:29 — Arquivado em: Sem categoria

OS ESQUADRÕES DE BRASÍLIA: TITÂNICO

O Titânico Futebol de Mesa é o time de Marcelo Silva de Araújo. Segundo seu técnico, o nome nasceu por acaso, não houve um motivo especial. Explica: "Como em uma música de Zezé de Camargo e Luciano bem no inicio da carreira: O Exército Brasileiro e suas TIRANIAS" entendeu. TITÂNICO, também um nome vistoso. rsrsrs
Foi fundado em 1º de dezembro de 1980, nas cores vermelho e branco.
Sua escalação oficial apresenta: 1 Frangão, 2 Atchim, 3 Zangado, 4 Cana Brava, 5 Mestre, 6 Dengoso, 7 Teófilo, 8 Dunga, 9 Soneca, 10 Pelezinho, 11 Feliz, 12 Esquálidus, 18 Miura, 20 Zé Carioca e 21 Rex. A escalação teve como inspiração a revistinha Turma do Pelezinho, a Disney e os Sete Anões. O esquema de jogo adotado é o 4-3-3 (defesa) e 3-3-4 (ataque).
Seu principal artilheiro é Pelezinho. Já o capitão do time é o número 5, Mestre.
O Titânico já disputou vários torneios nos clubes Ocidental, Serrano e Cota Mil.
Seus principais títulos são: II Taça Cidade de Sobradinho (considerado na época como um Brasileiro Individual, por reunir os melhores botonistas brasileiros), internos do Clube Ocidental e do Serrano.
Suas participações em Brasileiros por equipes e individuais foram: 3º lugar pelo Cota Mil (Marcelo, José Ricardo, Paulo César e Paulo Caruso) e 5º lugar com o Ocidental (Marcelo e William Dias).
Sempre teve como principal oponente o Tio Sam, de José Neto.
Sua pior derrota foi 9 x 1 para o Frigoscandia, de William Dias. Sua maior vitória também aconteceu contra o Frigoscandia: 9 x 0.
Alguns jogos inesquecíveis do Titânico: 6 x 1 sobre o Eldorado, de Jean Buarque Jr., na final da II Taça Cidade de Sobradinho, e 2 x 1 no saudoso Walter Morgado (primeira vitória).
Antes de fundar o Titânico, seu técnico Marcelo Silva jogava leva-leva com seu tio. Um belo dia, jogava na calçada da sua casa, em um Estrelão, quando o William Dias passou por lá e o convidou para conhecer o Clube Ocidental Futebol de Mesa. Foi conhecer e ficou admirado com as mesas e os botões oficiais e também pelas jogadas fantásticas realizadas pelos seus primeiros mestres. Foi demais, nunca tinha visto algo tão impressionante.
Retornando ao futebol de mesa em 2008, hoje o Titânico joga com os times dos amigos no Clube da AABB.

criado por josericardo.almeida    11:28 — Arquivado em: Sem categoria

AMIGOS FATURA 14º CHALLENGER

O 14º e penúltimo Challenger de 2008 contou com apenas 12 participantes. Alguns técnicos viajando e compromissos profissionais inadiáveis foram os responsáveis por tão pequeno número.
Na primeira fase, realizada em 5 de setembro, os técnicos foram divididos em três grupos (com as respectivas classificações):
A – 1º Amigos (Paulo César Faria), 2º Corinthians (Jan Buarque), 3º Capibaribe (Mauro Moura) e 4º William Dias (Frigoscandia);
B – 1º Cavalo de Tróia (Adolpho Parente), 2º Estrela Solitária (José Ricardo Almeida), 3º Izalci (Marcelo Ferreira) e 4º Napoli (Roberto Pessoa);
C – 1º Verdão (Antônio Carlos Almeida), 2º Titânico (Marcelo Silva), 3º Sampa (Luciano Sampaio) e 4º Marcos Mendes (Gladiadores).
Conforme previa o regulamento, os dois primeiros colocados de cada grupo e os dois melhores terceiros colocados disputariam a Segunda Fase, no dia 9 de setembro (por motivo de viagem, o técnico do Verdão não pôde comparecer).
Assim, tivemos na primeira rodada:
Amigos 2 x 0 Titânico, Estrela Solitária 3 x 2 Capibaribe, Corinthians WO x 0 Verdão e Cavalo de Tróia 1 x 0 Sampa.
Na segunda rodada, os resultados apresentados foram: Amigos 2 x 1 Estrela Solitária, Corinthians 1 x 0 Cavalo de Tróia, Titânico 3 x 1 Capibaribe e Sampa WO x 0 Verdão.
Após esses jogos, qualificaram-se para a decisão do torneio Amigos e Corinthians. Não aconteceram gols no tempo normal de jogo e na prorrogação, o que deu o título ao Amigos, por ter melhor campanha em todo o torneio. Foi a segunda vez em 2008 que Paulo César conquista um torneio Challenger.
Na decisão do 3º lugar, o Estrela Solitária fez 2 x 0 no Cavalo de Tróia.
O Titânico marcou 3 x 0 para cima do Sampa e ficou com a quinta colocação.
O Capibaribe foi o sétimo colocado e o Verdão o oitavo.

criado por josericardo.almeida    11:28 — Arquivado em: Sem categoria

JUVENTUS CONQUISTA SEGUNDO CHALLENGER CONSECUTIVO

 

A segunda fase do 13º Challenger aconteceu na noite de 29 de julho e apresentou os seguintes resultados: Verdão 0 x 0 Meninos da Vila (classificado o Meninos da Vila, após prorrogação, por ter melhor campanha na primeira fase), Juventus 1 x 1 Cavalo de Tróia (mesma observação, a favor da Juventus), Corinthians 2 x 1 Triturador e Amigos 2 x 1 Estrela Solitária.
Com esses resultados, os vencedores decidiram do 1º ao 4º lugar e os perdedores do 5º ao 8º. Assim, tivemos esses jogos: Juventus 1 x 0 Meninos da Vila, Amigos 2 x 1 Corinthians, Verdão 1 x 1 Cavalo de Tróia (vantagem do Cavalo de Tróia) e Estrela Solitária 1 x 0 Triturador.
Decidiram o torneio Juventus e Amigos. O empate de 1 x 1 levou o jogo para uma prorrogação, onde não aconteceu gol, com direito a uma falta de frente para o gol perdida pelo Eduardo mas que não modificou a situação, ou seja, o empate lhe deu o título de campeão, por ter melhor campanha que seu adversário. Foi o terceiro título de campeão de um Challenger conquistado pelo Eduardo em 2008, o segundo consecutivo. Paulo César ficou com a segunda colocação.
Na decisão do 3º lugar, o Corinthians venceu o Meninos da Vila, por 3 x 1.
O Cavalo de Tróia levou a melhor sobre o Estrela Solitária (1 x 0) e ficou com a quinta colocação.
O Verdão venceu o Triturador por 2 x 1 e ficou com o sétimo lugar.

criado por josericardo.almeida    11:27 — Arquivado em: Sem categoria

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