18.2.08
OS ESQUADRÕES DE BRASÍLIA: Centenário

Por Tarcízio Dinoá Junior, o técnico do Centenário
O CENTENÁRIO FUTEBOL DE MESA nasceu em Brasília, no dia 12 de novembro de 1995. Seu nome se deve ao fato de naquele ano o Flamengo estar comemorando o seu Centenário de fundação. Como não podia deixar de ser, e por pura questão de bom gosto, as cores do Centenário são o vermelho e preto. A idéia original era que o clube só tivesse times que fossem completando seus centenários de fundação, a começar pelo rubro-negro carioca. E assim surgiram o Ajax, Barcelona, Real Madrid e outros. Mas com o tempo, a idéia se desvirtuou um pouco e outras agremiações já tiveram a honra de representar o rubro-negro do cerrado, a saber: Milan, Botafogo, Palmeiras, Santos, Chelsea, Lazio, Bayern Munich, Gama, Seleção Brasileira, Seleção Argentina e vários outros.
O Departamento de Estatística do Centenário, que tem registrada a súmula de todos os seus jogos, informa que nestes 12 anos e meio foram 51 times diferentes, com destaque para os treze "Flamengos".
Falando no "Mais Querido", o único representante que teve sucesso foi justamente o primeiro de todos: um time vermelho comprado junto ao Lourival, de São Paulo, com o escudo do Mengão em serigrafia preto e branco (tenho esse time até hoje), que venceu a terceira e a segunda divisões da Taça Brasília (1995 e 1997).
As outras grandes conquistas do Centenário foram o tricampeonato da primeira divisão da Taça Brasília (2003, 2006 e 2007), os dois brasilienses interclubes (2006, 2007) e a Copa Centro-Oeste de 2005. Além disso, a "urubuzada" se orgulha de dois ranking anuais (2002 e 2007), de duas Copas dos Campeões (2005 e 2007), de uma Copa DF, quatro Masters Series e vinte Challengers. Foram assim, nestes mais de doze anos, 2.157 partidas, com 1.221 vitórias (56,61%), 418 empates (19,38%) e 518 derrotas (24,01%). Foram marcados 4.792 gols e sofridos 2.765.
Foram momentos muito bons junto com os amigos que tenho em Brasília. Vitórias inesquecíveis e derrotas implacáveis também. Fico feliz pelo Centenário não ter nenhuma "rivalidade" no sentido estrito da palavra, mas apenas grandes adversários colecionados ao longo deste período. Seria bobeira citá-los, uma vez que teria de relacionar pelo menos uns quinze técnicos aqui.
Só não posso deixar de lembrar dos meus incentivadores (minha família, meus pais) e da minha torcida, que até pede autógrafo quando me encontra (Inimá Júnior).
criado por josericardo.almeida
23:34 — Arquivado em: 

Comentário por Luiz Claudio — 19.2.08 @ 9:41
Até que o Tarcizone tem um bom curriculo. Ele só não colocou os números do confronto Tritu x Centenário, que deve ser “uma lavada” para o “Mais Querido do Centro-Oeste”.
Comentário por Inimá Júnior — 27.2.08 @ 1:37
Heheheh…
Desde a primeira vez que vi o Tarcizio, em Brasileiro realizado aqui em Brasília, quando pensei que tivesse tendências homossexuais, que ele insiste em minha participação em seu fã-clube. Melhor deixá-lo feliz acreditando nisso.
Dá-lhe clube dos velhinhos!